terça-feira, 7 de julho de 2009

Um Fim... Um Novo Recomeço... Enfim, Num Novo Blog....

Pois é.... o Blogger, informou-me,
"por intermédio de seu admimnistrador",
que aqui não caberiam mais postagens....
... nem fotos...
... nem mais nada....
+ Que Tristeza Danada!!!!
Desde 2006 escrevo o TANTAS PALAVRAS.....
POREM... FAZER O QUÊ????
Bem... tentar continuar o blog....
E, agora, será o + Q DEMAIS....
... que tentará seguir o mesmo padrão...
Certamente quem gosta de vir aqui,
vai gostar de ir lá tambem....
Estou te esperando...
... e aceitando um monte de sugestões!!!!
Afinal, blog é coisa séria!
( e, 3 anos e 5 meses acabam marcando a gente, né não??)
Estou te esperando....
Beijo Grande da... Cris

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Assim Mesmo!

" Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Me entupo de ausências,
me esvazio de excessos.
Eu não caibo no estreito,
eu só vivo nos extremos."

Estou Pensando Que:

"...Haja Hoje
para
Tanto Ontem..."

terça-feira, 16 de junho de 2009

Uma Singular Dedinição Sobre Mim Mesma:

Eu sou outono, disparado.
E ligeiramente primavera.
Estações transitórias.
Sou pães, queijos e vinhos,
os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta,
mas não sou ilha deserta:
- sou metrópole.
Sou bala azedinha.
Sou coca-cola.
Sou salada caprese.
Sou camarão à baiana.
Sou filé com fritas.
Sou morango com sorvete de creme.
Sou linguado com molho de limão.
Sou cachorro-quente só com mostarda e queijo ralado.
Sou livros. Discos. Dicionários.
Sou guias de viagem. Revistas.
Sou mapas.
Sou Internet.
Já fui muito tevê, hoje só um pouco GNT.
Rádio. Rock. Lounge.
Cinema. Cinema. Cinema.
Teatro.
Sou preto.
Sou colorada.
Sou cabelo liso.
Sou jeans.
Sou balaio de saldos.
Sou ventilador de teto.
Sou avião. Sou jeep. Sou bicicleta. Sou à pé.
Sou tapetes e panos.
Sou abajur.
Sou banho tinindo. Hidratantes.
Não sou musculação.
Sou mar.... Não sou areia.
Sou Londres. Rio. Porto Alegre.
Sou mais cama que mesa,
mais noite que dia,
mais flor que fruta,
mais doce que salgado,
mais música que silêncio,
mais pizza que banquete,
mais champagne que caipirinha.
Sou esmalte forte.
Sou cara lavada.
Sou delírio.
Sou eu mesma.

(retirado sem a menor vergonha
e com a maior cara-de-pau

Manias..... um poema!


Dentre as manias que eu tenho
uma é gostar de você
Mania é coisa que a gente
tem mas não sabe porque
Mania de querer bem, às vezes de falar mal
Mania de não deitar sem antes ler o jornal
De só entrar no chuveiro cantando a mesma canção
De só pedir o cinzeiro depois da cinza no chão
Eu tenho várias manias, delas não faço segredo
Quem pode ver tinta fresca sem logo passar o dedo
De contar sempre aumentado tudo o que diz ou que fez
De guardar fósforo usado dentro da caixa outra vez
Mania é coisa que a gente tem mas não saber porque
Dentre as manias que eu tenho uma é gostar de você......


(by Flávio Cavalcanti)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O Que Dizem Nossas Malas.....

O perigo da viagem mora nas malas.
Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdadedas palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.
Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças.
Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.
O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Nós nos justificamos. Posso precisar disso, posso precisar daquilo...
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?
Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.
(Padre Fábio de Melo)

terça-feira, 9 de junho de 2009

As Coisas Em Ordem

Os grandes antigos, quando queriam propagar altas virtudes,
punham seus Estados em ordem.
Antes de porem seus Estados em ordem,
punham em ordem suas famílias.
Antes de porem em ordem suas famílias,
punham em ordem a si próprios.
E antes de porem em ordem a si próprios,
aperfeiçoavam suas almas,
procurando ser sinceros consigo mesmos
e ampliavam ao máximo seus conhecimentos.
A ampliação dos conhecimentos
decorre do conhecimento das coisas como elas são
(e não como queremos que elas sejam).
Com o aperfeiçoamento da alma e o conhecimento das coisas,
o homem se torna completo.
E quando o homem se torna completo, ele fica em ordem.
E quando o homem está em ordem,
sua família também está em ordem.
E quando todos os Estados ficam em ordem,
o mundo inteiro goza de paz e prosperidade.
(Confúcio)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Música: eu gosto dessa!

Faça uma lista de grandes amigos

Quem você mais via há dez anos atrás

Quantos você ainda vê todo dia

Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha

Quantos você já desistiu de sonhar!

Quantos amores jurados pra sempre

Quantos você conseguiu preservar

Onde você ainda se reconhece

Na foto passada ou no espelho de agora

Hoje é do jeito que achou que seria?

Quantos amigos você jogou fora

Quantos mistérios que você sondava

Quantos você conseguiu entender

Quantos segredos que você guardava

Hoje são bobos ninguém quer saber

Quantas mentiras você condenava

Quantas você teve que cometer

Quantos defeitos sanados com o tempo

Eram o melhor que havia em você

Quantas canções que você não cantava

Hoje assobia pra sobreviver

Quantas pessoas que você amava

Hoje acredita que amam você

Faça uma lista de grandes amigos

Quem você mais via há dez anos atrás

Quantos você ainda vê todo dia

Quantos você já não encontra mais

Quantos segredos que você guardava

Hoje são bobos ninguém quer saber

Quantas pessoas que você amava

Hoje acredita que amam você

DIVÃ....

Como eu sempre gostei muito das crônicas e poemas de Martha Medeiros, não poderia deixar de adorar este filme, que é a síntese de um livro dela.

DIVÃ conta a história de Mercedes, brilhante e cômicamente interpretada por Lilia Cabral — uma mulher com mais de 40, casada, filhos — que resolve fazer análise. O que começa como uma simples brincadeira acaba por se transformar num ato de libertação; poético, divertido, devastador. Marinheira de primeira viagem em terapia, a personagem encara o consultório como se fosse uma espécie de alfândega que vai dar o visto para ela passar para o lado mais oculto de sua personalidade.

Ao deitar-se no divã, Mercedes não hesita em alertar o terapeuta:

"Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna delicada. Acho que sou promíscua, doutor Lopes. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também. Prepare-se para uma terapia de grupo."

A mais pura verdade feminina!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

EXTINTAS!


Ararinha Azul:
em todo o planeta só existe, agora, este casal, no Zoológico do Rio de Janeiro.....

Se não conseguirem se reproduzir em cativeiro,
nossos filhos e netos só os conhecerão por fotos....

É..... eu continuo desejando muito
que tivesse nascido civilizada como os animais!!!!!!